Eu não vou falar de ti, Isabella, só porque você está aparecendo na tela do computador à frente, num daqueles emails chatos de powerpoint. Eu vou falar é dos meus falecidos, dos buracos que cavaram em mim e que ao tentar colocar terra em cima o chão nunca mais ficou igual. Sempre sobra um desnível.

Não. Eu não vou falar nada. Não agora.